CONTEÚDO DO SEMINÁRIO
Curso teórico e prático para profissionais e respetivo pessoal
Diagnóstico endodôntico: determinar a indicação correta
• Diagnóstico pulpar e periapical: pulpite, necrose, lesão apical.
• Testes clínicos e radiográficos: vitalidade, percussão, palpação, radiografia.
• Indicações terapêuticas: colocação de coroa provisória, pulpotomia, pulpectomia.
• Raciocínio clínico simples: tratar, adiar o tratamento ou encaminhar.
Acesso e isolamento: trabalhar de forma organizada e rápida
• Escolha do grampo e colocação rápida da barreira unitária.
• Cavidade de acesso adaptada à anatomia dentária.
• Referências visuais para um acesso preciso e seguro aos canais.
• Gestão de anatomias complexas: MB2, canais em C, calcificações e pulpolitos
Modelagem do canal radicular: sequência operatória
• Cateterismo inicial e exploração manual do canal.
• Glide path: garantir a modelagem do canal.
• Rotação vs. reciprocidade: indicações e pontos-chave.
• Irrigação, gestão de detritos e controlo do comprimento.
• Tratamento de canais finos ou calcificados.
Desinfeção e segurança operatória
• Papel do NaOCl e do EDTA na desinfeção do canal radicular.
• Protocolo de irrigação adaptado às etapas do tratamento.
• Ativação da irrigação: manual, sónica ou ultrassónica.
• Prevenção de erros e complicações frequentes.
• Temporização, restauração definitiva e acompanhamento pós-tratamento.
Obturação: rumo a um final de tratamento fiável
• Escolha da técnica de obturação em função da anatomia e do caso clínico.
• Técnica de monocone e biocerâmicas: princípios e indicações.
• Introdução prática à obturação a quente.
• Critérios para uma obturação bem-sucedida: obturar, colocar uma obturação provisória ou remarcar a consulta.
Situações complexas e complicações: como agir
• Gestão de casos complexos: canais calcificados, ápices imaturos, MB2.
• Tratamento de casos dolorosos e comunicação com o doente
• Prevenção e gestão de complicações endodônticas
• Prática segura: tratar, fazer um tratamento provisório, encaminhar